
Na região da Alta Mogiana, grande polo produtor de café especial, o efeito da geada tem nome e sobrenome: tristeza e prejuízo. Até as touceiras de bambu têm as folhas queimadas pelo frio. Em Caconde (SP), a propriedade em que trabalham Daniela e Tiago Pereira tem na lavoura da nova safra a estimativa de apenas 10% de frutos no pé, por conta do frio intenso.
“É uma judiação, né? A gente vê um café novo desse e acontecer uma coisa dessas… Dá dó, né?”, lamenta Tiago. Segundo Ademar Pereira, presidente do sindicato rural de Caconde, os cafeicultores estavam ansiosos pelo pacote de medidas de apoio anunciado pelo governo estadual na quinta-feira, 12.
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