Confira 4 dicas para otimizar a colheita do milho

Com a abertura da colheita do milho, é necessário realizar bem esse processo para não sofrer com excessivas perdas

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Com a abertura nacional da colheita do milho, é mais do que necessário realizar bem esse processo para não sofrer com excessivas perdas da produção. Para isso, é preciso contar com muito planejamento, tecnologia e técnica. Para você, produtor rural, alcançar o máximo de eficiência durante a colheita, trazemos aqui 4 dicas consideradas essenciais para ter melhores resultados. Confira logo abaixo:

1 – Fique em dia com o planejamento

Na produção de milho, a colheita é apenas uma etapa importante. Por isso, cabe ao agricultor integrar a colheita ao sistema de produção como um todo e planejar suas fases com cuidado, para que o grão colhido apresente bom padrão de qualidade.

Nesse sentido, várias etapas, desde a implantação da cultura, até o transporte, secagem e armazenamento dos grãos têm de estar diretamente relacionadas a colheita, pois o planejamento de cada uma delas influencia no sucesso dessa etapa.

Além disso, há a questão do planejamento estratégico da colheita do milho, onde é preciso considerar o tamanho da área, ciclo e variedades da cultura, disponibilidade da mão-de-obra e necessidade de máquinas e silos. Não esqueça de incluir cálculos sobre as perdas.

2 – Aprenda a identificar o momento certo para a colheita

Todo agricultor precisa saber se o milho está realmente pronto para a colheita. Além disso, a umidade recomendada para colheita do milho pode variar de acordo com o objetivo de cada agricultor.

Se o intuito for o armazenamento, é indicado colher grãos com umidade em torno de 14%. Mas se há tecnologia, é possível realizar a colheita com umidade maior, de até 28%.

Vale lembrar que a colheita do milho deve acontecer assim que possível, logo após o ponto de maturidade, pois o grão não fica sujeito ao ataque de pragas.

3 – Atenção para a colheita mecanizada

Com produções cada dia mais elevadas, a colheita mecanizada do milho se tornou fator determinante para o sucesso da produção e rentabilidade do negócio.

Neste cenário é preciso entender a velocidade de deslocamento da colhedora durante o trabalho, já que isso está ligado a capacidade de debulha. Em velocidades excessivas combinadas com baixas rotações do cilindro, o produtor terá perda de grãos e o embuchamento da unidade de trilha. Quando há o contrário, poderemos ter um maior número de grãos quebrados e de impurezas.

Vale seguir uma dica interessante: a faixa de velocidade de trabalho tende a variar de 4 km/h a 6 km/h, mas na operação de colheita do milho, o trabalho costuma ser medido em toneladas/hora. Assim, para determinar o aumento ou a diminuição da velocidade, não se deve preocupar com a capacidade de trabalho da colhedora em hectares/hora, e sim verificar se os níveis toleráveis de perdas de 1,5 sacos/ha são mantidos.

4 – Atrase a colheita em caso de chuva

Se chover não faça a colheita do milho, pois o desempenho das máquinas tende a ficar bastante comprometido e há o aumento excessivo da umidade dos grãos, resultando em perdas de produtividade.

Para não passar por esse problema, é interessante um aplicativo que ofereça suporte completo de análise meteorológica para aumentar a precisão da operação.

Seguindo essas dicas, sua colheita tem tudo para atingir os melhores resultados possíveis!

Fonte: CHBAGRO

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